Os que dormem na luz... Acordam na escuridão,
Não acreditam que há luz... Ou acreditarão,
Porque nunca à viram... ou verão,
Pois quando novamente a luz vier...
Dormindo estarão...
ACORDE!!!
Wellington Silva
Os que dormem na luz... Acordam na escuridão,
Não acreditam que há luz... Ou acreditarão,
Porque nunca à viram... ou verão,
Pois quando novamente a luz vier...
Dormindo estarão...
ACORDE!!!
Wellington Silva
Porque escolhemos acreditar que a vida é um curto período de tempo insignificante, ou não, entre o nascimento e a morte?
Não!!! A vida é mais!!!!
A vida é a essência do imortal, no que é mortal... do infinito, depositado no finito ser!!!
Chamamos o período de tempo, em que esta essência circula em nós, de vida....
Logo não existe vida ruim!!! Ruim é o que fazemos com esta essência...
Amando quem não merece nosso AMOR...
Desprezando os que nos AMA... Nos abandonando, para vivermos cercados de quem nos deixa só...
A VIDA continua VIDA.... Nossas escolhas é que tornam a nossa essência em MORTE...
Escolher bem o que fazer com essa essência, ou com quem compartilha-la... Definirá sua felicidade ou eterna angustia...
Então seja na luz ou na escuridão.... Escolha viver esta essência com tanta paixão
Que liberte tua alma da escravidão, de nunca conseguir dizer não....
Para aqueles que inocentes ou não , destruiram a essência da vida...
...em seu coração!!!!
Wellington Silva
Sobre o que é... e o que escolhemos ver.
Quando se olha um quadro, algo incomum acontece.
Olhamos, olhamos, e nossa alma o interpreta de acordo com o que
quer ver.
Um quadro por si só não revela a totalidade do que o
artista quer expressa. É possível se olhar um mesmo quadro varias
vezes e em cada uma delas enxergar algo novo, ou a mesma
coisa.
Uma imagem por si só, é só uma imagem! O que a torna real, é
o que ela esconde por trás do que enxergamos, ou escolhemos
ver.
Quem observa a beleza de uma rosa, a textura de suas doces pétalas, a intensidade de sua cor púrpura, perfeita... Pétala sobre pétala, lindas sobrepostas, passando beleza, força, e ao mesmo tempo fragilidade. Acaba por ignorar seus espinhos, pontiagudos, e cortante. E ao final o que deveria ser belo, torna-se perigoso.
Geralmente não passamos o que somos, mas o que os outros querem ver. Talvez por medo da solidão... Nos abandonamos para que outros permaneçam conosco... Então não passamos o que somos, ou não somos o que passamos, a verdade e que temos a imagem do belo, e os espinhos da defensiva flor.
Dominados pela beleza da rosa, ignoramos seus espinhos. Eles estão ali, sempre estiveram, cresceram com ela, são parte dela, mas não o vemos mesmo os enxergando... Escolhemos nela o que queremos ver.
Somos atraídos por sua beleza, dominados por seu aroma, seduzidos por sua cor, e nos entregamos...
Não! Não! Não!
Não queremos ver seus espinhos, os ignoramos sim!
Queremos a rosa!
É isso que queremos; Temos certeza. É isso que queremos...
E no final dessa poesia, somos feridos pelos espinhos que
ignoramos...
É assim que somos... O que é, não sabemos, o que sabemos, não é! E ao final vivemos baseados no que escolhemos ver...
Mas eu ainda acredito... Que há...
... Muito mais alem... Do que os olhos podem
ver.
Wellington Silva
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